28 de janeiro de 2010

O impacto ambiental dos spams



Que o spam, mensagens eletrônicas indesejadas que são enviadas em massa, tem um grande impacto no bolso de milhares de internautas, todos sabem. Esse ato, porém, tem custo também para o meio ambiente. Essa é a conclusão do relatório publicado pela McAfee, empresa especializada em soluções de segurança eletrônica e digital.

De acordo com o relatório, são necessários mais de 33 bilhões de KW/h por ano – suficiente para energizar 2,4 milhões de domicílios nos EUA – em energia para sustentar o fluxo de spam ao redor do mundo. Para produzir tal quantidade de energia, a Hidrelétrica de Ilha Solteira, uma das mais eficientes do sistema da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), precisa de quantidade de água equivalente a que cai pelas cataratas do Iguaçu durante seis anos.

Só no Brasil são desperdiçados mais de 1 bilhão de KW/h com essa prática.

O documento também calculou que cada uma das mensagens enviadas geram 0,3 gramas de CO2 na atmosfera. Ou seja, uma empresa média emite 131 Kg de CO2 por ano, dos quais 22% estão diretamente relacionados com o spam.

Para conferir o relatório completo, clique aqui.

26 de janeiro de 2010

Origami x caça de baleias


Uma campanha do Greenpeace da Austrália na web está convidando os internautas a criar baleias de origami virtual e enviá-las ao governo japonês. A iniciativa busca levar mais de 250 mil petições ao primeiro ministro Yukio Hatoyama, solicitando o final da caça às baleias efetuadas pelo país.

Leis e moratórias internacionais proíbem a caça de baleias, golfinhos e tubarões. Apesar disso, o Japão continua agindo contra elas. "Os questionamentos aumentam, perguntando porquê os impostos pagos pelos japoneses estão sendo gastos em uma caça comercial pobremente disfarçada de ciência", afirma o site do protesto virtual.

Para conferir a iniciativa e criar a sua própria baleia, clique aqui.

21 de janeiro de 2010

Indústria Brasileira do PVC


Os jogos online são ótimas e divertidas maneiras de se mostrar os princípios da sustentabilidade para o público. No PVC Game, o desafio é construir uma indústria de PVC ficando de olho nos níveis de sustentabilidade e no lucro que os negócios estão rendendo. Cabe ao jogador garantir os processos de produção e o impacto gerados pelas fábricas, indústrias e publicidade de seu projeto. De acordo com o site do jogo, todas as informações são verídicas e baseadas nas experiências reais das indústrias.

Quer tentar ser um empresário da indústria do PVC? Clique aqui.

Projetos pelo planeta




Uma "hélice geradora de energia" foi a vencedora do concurso Green Challenge, promovido pela Postcode Lottery da Holanda e a Picnic. O RidgeBlade, nome do projeto vencedor, integra ao telhado das casas e dos parques nacionais um sistema de microgeração de energia eólica que capta até mesmo leves brisas.

"Esse é um sistema efetivo, eficiente, barato e pequeno. Ele ajuda a lutar contra a mudança climática e envolve as pessoas no desafio de gerar sua própria energia", diz Dean Gregory, diretor da companhia The Power Collective Limited, em entrevista para o site do prêmio.

Já o segundo lugar da competição foi dividido por duas iniciativas: o Shiply.com, que conecta quem deseja enviar um produto a mais de 4 mil transportadoras e facilita a escolha de melhor trajeto e do melhor preço; e o SideWings, que coloca asas de plástico reciclável nas laterais dos caminhões, aumentando a aerodinâmica e reduzindo o consumo de diesel em 10%.

Para conferir o vídeo de apresentação de todos os finalistas do projeto, clique aqui.

20 de janeiro de 2010

Design da sustentabilidade

Foto: Vincent Callebaut Architectures


O designer belga Vincent Callebaut divulgou seu novo projeto de um "barco verde". Inspirado no animal caravela-portuguesa, o Physalia é auto-sufciente em energia (o barco possui sensores para captação solar e as turbinas geram energia hidrelétrica) e também despolui as águas, limpando os dejetos deixados por outras embarcações através de uma reação química de seu casco com a luz ultravioleta.

De acordo com o site do próprio designer, a idéia é que o barco leve as pessoas em passeios pelos rios europeus, como o Danúbio e o Volga. "A embarcação é um convite poético para viajar, uma experiência sensorial para pesquisas transdisciplinares, debates geopolíticos e pedagogia popular", conclui Callebaut, acostumado a desenvolver projetos "verdes".

A arquitetura do barco, de design futurista, emite zero de carbono e seu interior, dividido em quatro jardins inspirados nos elementos água, fogo, terra e ar, proporciona reflexões sobre o futuro da água no planeta.

O projeto ainda não tem previsão para ser construído.