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1 de abril de 2010

Doce plástico

Foto: Imperial College London

Se for gostoso eu até como

Um grupo cientistas da Imperial College, do Reino Unido, encontrou uma saída sustentável para um dos principais problemas das sacolas de surpermercados e outros filmes plásticos utilizados para embalar alimentos: torná-los biodegradáveis.

O plástico "biorenovável" é feito a base de um polímero obtido a partir de biomassa de grama e árvores. E com dois detalhe: os cientistas tiveram o cuidado de não utilizar fontes alimentícias no desenvolvimento da biomassa e não há nenhum tipo de derivado de petróleo na composição.

Para ser comercialmente viável, o plástico precisa ser fabricado em larga escala, explica a responsável pela pesquisa, Charlotte Williams, que a expectativa de a tecnologia chegar ao mercado dentro de dois a cinco anos.

Veja mais detalhes no site do Imperial College.

11 de março de 2010

Qual será seu próximo saco de lixo?

Foto: Portal G1

É colega, arrume outra solução para o lixinho da cozinha

O rede de supermercados Carrefour anunciou, na última semana, que irá parar de disponibilizar sacolas plásticas em todas as suas lojas (Carrefour, Dia % e Atacadão). A empresa segue o exemplo que WalMart e Pão de Açucar já haviam dado ao engajar sua cadeia de fornecedores a criar produtos sustentáveis e ampliar suas redes de lojas "verdes".

Mas como fica o consumidor nessa decisão? Os brasileiros estão acostumados a utilizar as sacolas plásticas em seus lixos domésticos. De acordo com levantamento feito pela Folha Online, foram utilizadas mais de 15 bilhões de sacolas plásticas no último ano no Brasil.
Para sanar esse problema, o Carrefour desenvolveu uma sacola plástica com capacidade para até dez quilos feita de material bioplástico 100% degradável. Um produto que, segundo a empresa, é totalmente absorvido pela natureza em até 18 semanas (uma sacola plástica comum leva até 300 anos para se decompor).

Ela também garantiu que irá promover fóruns e palestras para os consumidores e esclarecer o impacto ambiental das sacolas plásticas tradicionais, além de oferecer sacos de lixo produzidos com plástico reciclado a um preço subsidiado e disponibilizar caixas de papelão para os consumidores.

Só para efeito de comparação, em Bagladesh as sacolas plásticas foram totalmente eliminadas e na Dinamarca, África do Sul e Quênia os consumidores devem pagar para utilizar as sacolas. Em Washington (EUA) uma lei veta a oferta de sacolas gratuitas. Cada uma delas custa US$ 0,05.

O meio ambiente agradece. Vamos ver se o bolso e a satisfação dos consumidores também agradecerá. Tomara que sim.